Pode me Chamar de Francisco: bispos, padres e religiosos perseguidos na ditadura argentina

Enrique Angelelli, Franzs Jalics e Orlando Yorio são os três perseguidos pela ditadura militar argentina destacados na série Pode em Chamar de Francisco. Eles são apenas três personagens ligados a Jorge Mario Bergoglio e simbolizam uma infinidade de bispos, padres, religiosos e leigos católicos vítimas do regime ditatorial imposto na Argentina entre os anos de 1976 e 1981. Sob o golpe do general Jorge Videla, mais 30 mil pessoas foram mortas e milhares de torturados e desaparecidos.

A imagem mostra o ator Darío Grandinetti interpretando o cardeal Jorge Bergoglio.

Resenha: Papa Francisco: conquistando corações

Francisco, um homem de acolhida | Jorge Bergoglio, o Papa Francisco, é apresentado no filme argentino em todos os seus aspectos de singularidade e carisma. Sua dedicação às pessoas, seu modo simples de ser e agir, sua simpatia são destacados na trama com elementos delicados como no caso do lavar as próprias roupas enquanto está hospedado em Roma. Todos as características mostradas de forma incisiva em Pode me chamar de Francisco, são divulgadas com apelo mais sentimental em Papa Francisco: conquistando corações.

E quando o papa escreve a um ex-presidente preso?

O Papa Francisco escreveu uma carta em resposta a uma mensagem enviada pelo ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva. O texto do Santo Padre foi divulgado pelo Instituto Lula em 29 de maio. Por estar preso e angariar um grande número de admiradores, mas também de odiadores, a carta foi motivo de polêmicas. Mas o que há por detrás disso? O que de fato importa nesse fato? O Olhar Vaticano analisou a correspondência papal.

Francisco na Romênia: papa celebra amor, liberdade e misericórdia

O Papa Francisco realizou no último final de semana mais uma viagem apostólica em países europeus de pequena influência católica. O destino da vez foi a Romênia entre os dias 31 de maio e 2 de junho. O Santo Padre mais uma vez manifestou seus esforços ecumênicos e volta a alertar para uma Europa cada vez mais secularizada a importância das raízes cristãs no continente.