Pode me chamar de Francisco: o Papa é da Teologia da Libertação?

Muitos apontam o Papa Francisco como defensor ou correligionário de várias correntes ou ideologias. Por má fé, ou desconhecimento não é difícil achar termos como: Bergoglio Comunista, Papa Soviético, Francisco de Esquerda, Papa da Teologia da Libertação e muitos outros. Alguns ousam chamar o Pontífice de herege e até de anti-papa. No entanto, o que parece ser um consenso entre os especialistas e teólogos, é que Francisco é um Papa dos Pobres alicerçado pela chamada Teologia do Povo.

Pode me Chamar de Francisco: Jorge Luis Borges e o Papa Francisco

Com o sonho de ser enviado como missionário para o Japão, o jovem jesuíta Jorge Bergoglio é enviado para ser professor em Santa Fé, na Argentina. A primeira missão do Papa Francisco como religioso foi ensinar literatura no Colégio Imaculada Conceição. Entre as iniciativas do professor retratadas em Pode me Chamar de Francisco, se destaca o inusitado convite a Jorge Luis Borges para participar das classes e o aceite do escritor cego para se deslocar da capital argentina até Santa Fé.

A imagem é um recorte da capa do livro com a imagem do Papa Francisco sorrindo e acenando com a mão direita. A baixo está escrito o título do livro "Francisco o papa dos humildes"

Resenha: Francisco, o Papa dos humildes, de Andreas Englisch

O crepúsculo de Bento e a aurora de Francisco O livro sobre o Papa Francisco é uma continuação de O homem que não queria ser Papa, focado no Papa Emérito Bento XVI. Ambos escritos por Andreas Englisch, um dos mais talentosos vaticanistas por aliar um vasto trabalho de pesquisa e investigação jornalística a um texto … Continue lendo Resenha: Francisco, o Papa dos humildes, de Andreas Englisch

Pode me Chamar de Francisco: Mães da Praça de Maio

Os primeiros passos da Associação Mães da Praça de Maio (Madres de Plaza de Mayo) são retratadas na série Pode me Chamar de Francisco quando a ex-chefe e amiga de Bergoglio Esther Ballestrino perde sua filha Ana María Careaga. A química passa a se encontrar com mães vítimas da Ditadura Argentina. Esses primeiros encontros são … Continue lendo Pode me Chamar de Francisco: Mães da Praça de Maio

Pode me Chamar de Francisco: bispos, padres e religiosos perseguidos na ditadura argentina

Enrique Angelelli, Franzs Jalics e Orlando Yorio são os três perseguidos pela ditadura militar argentina destacados na série Pode em Chamar de Francisco. Eles são apenas três personagens ligados a Jorge Mario Bergoglio e simbolizam uma infinidade de bispos, padres, religiosos e leigos católicos vítimas do regime ditatorial imposto na Argentina entre os anos de 1976 e 1981. Sob o golpe do general Jorge Videla, mais 30 mil pessoas foram mortas e milhares de torturados e desaparecidos.

A imagem mostra o ator Darío Grandinetti interpretando o cardeal Jorge Bergoglio.

Resenha: Papa Francisco: conquistando corações

Francisco, um homem de acolhida | Jorge Bergoglio, o Papa Francisco, é apresentado no filme argentino em todos os seus aspectos de singularidade e carisma. Sua dedicação às pessoas, seu modo simples de ser e agir, sua simpatia são destacados na trama com elementos delicados como no caso do lavar as próprias roupas enquanto está hospedado em Roma. Todos as características mostradas de forma incisiva em Pode me chamar de Francisco, são divulgadas com apelo mais sentimental em Papa Francisco: conquistando corações.

Pode me Chamar de Francisco: o Papa e a devoção à Nossa Senhora Desatadora dos Nós

Em meio a neve na Alemanha, Jorge Mario Bergoglio entra em um templo para rezar. O padre argentino estudante de Teologia buscou o refúgio da solidão em Augsburgo na igreja. Assim que entra, algo familiar lhe enche os ouvidos, uma Ave-Maria em espanhol. O jesuíta encontra uma venezuelana invocando a Virgem Desatadora dos Nós. De uma simples conversa entre dois latino-americanos em terras europeias retratada na série nasceu a marcante devoção do Papa Francisco.

Pode me chamar de Francisco: O Papa e San Lorenzo de Almagro

Jorge Bergoglio, então superior provincial dos Jesuítas, batiza o filho da juíza Alicia Oliveira e vai até a casa da magistrada para um jantar. Depois de batizar a criança com o nome Alejandro ‘Jorge’, em sua homenagem, Bergoglio assiste entusiasmado junto dos outros dois filhos de Alicia a um jogo do San Lorenzo de Almagro, seu time do coração.

A imagem mostra contrapostas as capas da edição argentina e da edição brasileira do livro.

Resenha: O Papa Francisco: conversas com Jorge Bergoglio, de Sergio Rubin e Francesca Ambrogetti

Uma entrevista com o “padre Jorge” | Existem pessoas que, mesmo ao se esforçar para o contrário, acabam em evidência diante de determinadas situações históricas e sociais. Essa é uma característica dos grandes líderes. A incomparável nobreza com que vivem e compreendem a vida, fazem com que essas pessoas sejam maiores que seus cargos e seus ideais maiores que a si mesmos. Assim é Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, personagem retratado na entrevista biográfica publicada pelos argentinos Sergio Rubin e Francesca Ambrogetti.

Mensagem de Páscoa do Papa Francisco: O Senhor da vida não nos encontre frios e indiferentes

Neste Domingo de Páscoa (21), o Papa Francisco presidiu a solene missa da Ressurreição e, em seguida, o Pontífice concedeu aos fiéis na Praça São Pedro e a todo o mundo a tradicional bênção Urbi et Orbi. Comovido e preocupado com a violência e os conflitos ao redor do mundo o Santo Padre falou da sacada da basílica papal: "Perante os inúmeros sofrimentos do nosso tempo, o Senhor da vida não nos encontre frios e indiferentes. Faça de nós construtores de pontes, não de muros".